Blog da Macacada


MALEMOLÊNCIA E FALTA DE MODÉSTIA

O menino nem bem chegou aos três anos e já perdeu a modéstia, se é que algum dia a teve.

Outro dia estávamos voltando da escola e estava tocando no rádio a canção Malemolência da cantora Céu. Rodrigo não só adorou, cantou e pediu bis, como teve a certeza de que a música foi composta para ele. Logo depois de ouvir o refrão pela primeira vez, saiu-me com essa:

- Mamãe, menino bonito, sô eu!

E a mamãe coruja teve de concordar. Bonito e nada modesto.

"Veio até mim
Quem deixou me olhar assim
Não pediu minha permissão
Não pude evitar
Tirou meu ar, fiquei sem chão
Menino bonito
Menino bonito ai
Ai menino bonito
Menino bonito ai

É tudo o que eu posso lhe adiantar
O que é um beijo se eu posso ter o teu olhar?
Cai na dança cai
Vem pra roda da malemolência
Menino bonito
Menino bonito ai
Ai menino bonito
Menino bonito ai

É tudo o que eu posso lhe adiantar
O que é um beijo se eu posso ter o teu olhar?
Cai na dança cai
Vem pra roda da malemolência

Chegou de mansinho, bem devagarinho
Ô menino, não faz assim
Que eu lhe dou todo o meu carinho (2x)"



Categoria: Coisas de Gogô
Escrito por Denise às 11h06
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


MANIA DE PETER PAN

A história do menino que mora num lugar onde as crianças não precisam crescer, uma vez contada, permanece no imaginário dos pequenos por anos a fio.

Luísa já a conhece há algum tempo. Outro dia à noite, antes dela dormir, travamos o seguinte diálogo:

- Mamãe eu queria muito morar na Terra do Nunca e nunca mais crescer!

- É mesmo?

- É. Crescer é muito chato.

- Não acho tão chato assim.

- A única coisa boa é poder dirigir. Você já reparou que os adultos perdem a graça?

- Como assim?

- É, ninguém é engraçado quando fica grande.

- Mas eu sou engraçada e sou grande.

- Ah, mas você não é adulta, você é minha mãe né?

 

Não sei se concordo com a idéia de que dirigir é a única coisa divertida que faço na vida, sobretudo considerando o trânsito infernal de uma cidade como São Paulo. Mas de resto, acho que ela tem mesmo razão. Quando adultos nos tornamos muito mais sérios e tediosos, e costumamos só fazer graça na intimidade do lar, de preferência exclusivamente para os nossos filhos.



Categoria: Coisas de Luluca
Escrito por Denise às 13h04
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


O CASTELO BRANCO

Sei que a frase soa um tanto quanto pedante, mas tenho de dizer que resolvi dar uma segunda chance para Orhan Pamuk.

 

Sou uma reles e simples leitora e ele é um escritor dono de um Prêmio Nobel.

 

Mas o fato é que, embora eu consiga elencar uma séri de qualidades de sua obra Neve, achei-a pesada e muito cansativa. Para mim foi muito difícil avançar na leitura, a despeito de ter muita curiosidade em relação ao oriente; de gostar do tema envolvendo política e conflitos religiosos; e de realmente ter refletido após a leitura do livro sobre a questão da importância do direito ao livre arbítrio mesmo quando as escolhas não são triviais ou são diferentes das que esperávamos.

 

Por conta dessas qualidades, resolvi insistir e ver se o problema de ter achado o livro um tanto quanto entediante não era fruto de alguma cisma minha. Acabo de ler O castelo branco, do mesmo autor.

 

O estilo de Orhan é mesmo lento e reflexivo. Difícil mesmo. Mas achei a leitura desta obra bem mais palatável.

 

Desta vez o tema é sobre o que nos faz ser quem somos e sobre as possibilidades de sermos diferentes e de vivermos outras vidas. Tudo isso no cenário da Turquia antiga onde um escravo veneziano é comprado por um turco. Ambos possuem culturas totalmente distintas, mas são praticamente idênticos fisicamente. A partir dessas diferenças e semelhanças temos o mote filosófico para a reflexão.

 

Falta-me agora criar coragem para ler Istambul antes de um veredito definitivo. Por enquanto o jogo está um a um.



Categoria: Olha só o que eu achei do livro
Escrito por Denise às 08h47
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


RELAÇÃO BISSEXTA

Relacionamentos amorosos costumam ter histórias sui generis que tornam de alguma forma especial o encontro daquelas duas pessoas, e que fazem os seres humanos questionarem a existência do destino.

O meu não foge à regra. Começamos a namorar num dia bastante incomum, 29 de fevereiro. Um dia que só existe a cada quatro anos.

Na semana passada comemoramos pela quarta vez a data que deu origem a esta família. Há dezesseis anos começava a nossa caminhada juntos, caminhada esta que deu origem a esta macacadinha tão especial.

Uma data destas é digna de registro, ainda que com algum atraso.



Categoria: Genéricos
Escrito por Denise às 16h38
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
 
Meu perfil





BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, Livros, Viagens, Filhos



Meu humor



Histórico


Categorias
Todas as mensagens Coisas de Luluca Reflexões de mãe Olha só o que eu achei do livro Coisas de Gogô Genéricos



Votação
Dê uma nota para
meu blog



Outros sites
 Alessandra
 Ana
 Angélica
 Bárbara
 Bianca
 Carol Marques
 Chris
 Claudinha
 Cris
 Cláudia Medeiros
 Crescer leitura
 Crescer
 Dani K.
 Dani Camps
 Dani London
 Dani e Luís
 Dê BH
 Dinha
 Fabiana & melissa
 Fefê
 Flávia
 Greice
 Isabela
 Karol
 Letícia
 LV
 Mothern
 Nalu
 Natália
 Pérolas infantis
 Tati
 
 Rose
 Vanessa
 Vivi