Blog da Macacada

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ENROLADOS

No sábado fomos assistir Enrolados. Levamos conosco o Theo, filho de uma amiga querida. Adorei o filme e o passeio. Quase me convenci de que seria uma boa mãe de três! É claro que o fato de as três crianças serem super sossegadas ajudou bastante. Os dois meninos brincaram como crianças (correram, riram, brincaram de cobradores dos bilhetes da escada rolante, brincaram com os bonequinhos que ganharam com o lanche, etc), mas não deram um trabalho especial.

Fomos ao Shopping Vila Olímpia, que está com uma atração de férias sobre o filme. Uma torre de escalada e um circuito de algumas atividades. É gratuito e a criança pode ficar lá dentro durante 20 minutos. O cenário é muito fiel ao do filme e os meninos se divertiram. Recomendo para os que estiverem por aqui e forem levar as crianças ao cinema.

E o filme é uma graça. Adorei a princesa com seu imenso cabelo mágico e principalmente a frigideira que faz as vezes de arma. Não tem nada de indefesa essa Rapunzel moderna. E o bicho de estimação Pascal, um camaleão, é uma simpatia. Apesar de ser um filme de princesa, um ladrão, um cavalo, um grupo de arruaceiros e várias lutas agradam também os meninos. Bom programa para essas tardes chuvosas que temos vivido por aqui.


 



Escrito por Denise às 14h20
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ARACAJU EM FOTOS

Duplinha espreguiçando no pergolado e Rodrigo assim, super mal da catapora, hehehe. Ambas na piscina do hotel Radisson, onde ficamos hospedados.

No Oceanário, à beira do tanque das lagostas e Rodrigo fazendo pose no nosso day use no Starfish Santa Luzia.

No Hotel Boa Luz fazendo pose com as estátuas e se acabando com a bóia alugada no parque aquático.

Os dois amaram descer no super escorregador do parque aquático do Hotel Boa Luz.

Nas dunas descendo no skibunda e na praia fazendo castelo de areia em Mangue Seco.

Luísa fazendo pose (os dois amaram usar meus óculos) na Praia do Saco e nós três nas dunas em Mangue Seco.

No Projeto Tamar na Praia de Pirambu.

No barco depois de terem mergulhado nas águas do São Francisco em Xingó e numa construção que já foi um convento em São Cristóvão.

Na festa de Reveillon no Hotel Radisson, despedindo-se de 2009.

Fazendo pose diante da Torre Eiffel. Luluca adorou o tema da festa, que era Paris.



Escrito por Denise às 20h32
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ARACAJU EM TEXTO

Há uns quatro anos fazemos o mesmo tipo de viagem na última semana do ano. Aproveitamos cada centavo gasto em cartões de crédito para trocar por milhas aéreas. Somamos estas às milhas que eu acumulo em minhas viagens de trabalho e conseguimos emitir as quatro passagens com milhas. Aí, procuramos estadia numa praia menos convencional e badalada.

Como resultado, temos uma viagem do legítimo tipo BBB (boa, bonita e barata), considerando as alternativas disponíveis. O segredo para isso é apenas antecipação. Para conseguir voar nessa época com milhas e descolar bons hotéis a preços razoáveis, é preciso escolher e fechar tudo no final de setembro. Dando os devidos créditos, meu guru para a escolha dos destinos é o Ricardo Freire. O site dele tem sempre dicas muito bacanas. Seguindo uma delas, o destino que escolhemos nesse ano foi Aracaju. Chegamos lá no dia 26 de dezembro e voltamos no dia 03 de janeiro. Meus comentários sobre a viagem:

 

1.  No ano passado por falta de opção pegamos um vôo noturno. Mas desde então, eles viraram os meus preferidos para viagens com crianças. Para Aracaju partindo de São Paulo, o vôo direto da TAM sai às 22hs e chega lá meia-noite. De lá para cá, a saída é às 2hs, chegando em São Paulo às 6:00hs (são duas horas e pouco de viagem, mas como lá não tem horário de verão, há esta variação). Vôos noturnos têm a desvantagem de chegarmos ao aeroporto com crianças sonolentas e mal-humoradas. Mas em compensação, o vôo transcorre numa tranqüilidade só. Não é necessário levar brinquedos ou outros atrativos para distrai-los. Basta ter um colo à disposição. Luísa e Rodrigo foram e voltaram dormindo.

 

2.  Escolhemos o Hotel Radisson, seguindo a dica de uma amiga que trabalha na rede Atlântica Hotels. A escolha não poderia ter sido melhor. O hotel é bem localizado (fica na orla de Atalaia, melhor lugar para ficar com crianças na minha opinião), foi inaugurado em março e está com todos os equipamentos novos (o que inclui TV de LCD e som com entrada para iPod nos quartos). O serviço foi de primeira, a decoração do hotel é de muito bom gosto e a piscina é uma delícia! Grande, com aquele estilo borda para o infinito. Agradou demais as crianças. Nosso pacote incluía ceia de Reveillon, que também superou minhas expectativas. Foi uma super festa à beira da piscina com DJ, depois banda ao vivo e ótima comida. Eles também tiveram a sensacional idéia de montar um lugar para as crianças nas salas de convenção do hotel durante a festa. Numa das salas havia um buffet infantil (sem lombo ou peru, com macarrão e brigadeiro), na outra um espaço com brinquedos e recreadores e numa terceira camas com lençol e tudo para aqueles que caíssem no sono (coisa que aconteceu com o Rodrigo). Quinze minutos antes da virada os recreadores traziam as crianças para fazerem a contagem regressiva para o Ano Novo com os pais. É claro que os meus filhos ficaram indo e vindo da sala de recreação, mas ainda assim, foi ótimo.

 

3.   Alugamos um carro para podermos passear pela cidade e conhecer outras praias. Não é indispensável, já que o hotel fica de frente para a praia e é possível adquirir passeios com agências de turismo locais. Mas para quem não gosta de ter horário fixo para entrar e sair da praia ou prefere andar mais um pouco para descobrir praias mais vazias como nós, acho que vale muito a pena. Retiramos e devolvemos o carro no aeroporto.

 

4.   Não pude conhecer muito da comida regional. As crianças estão numa fase “arroz, feijão e carninha” e o Rodrigo teve catapora (provavelmente pegou na escola aqui em São Paulo, mas as “pintinhas” só apareceram no nosso segundo dia de viagem), cujo um dos sintomas é a falta de apetite. Por conta disso, saímos pouco para jantar (acabamos pedindo comida no hotel mais de uma vez) e evitei restaurantes focados em frutos do mar. De modo geral o atendimento é lentíssimo. E não entendi bem o porquê, mas os garçons de Aracaju não gostam de dizer que não têm o prato pedido. Não trazem, mas também não contam que não vão trazer. Para pais com crianças, que são impacientes e intolerantes à fome, é um problema. Quando você finalmente descobre o que aconteceu, eles já estão numa fase da fome em que a única alternativa é ir embora e pedir um prato rápido no hotel ou num fast-food.

 

5.   A cidade é limpa, arborizada, tranquila e com muitos parquinhos infantis ao longo da orla. Achei ideal para uma viagem com pequenos. O único senão é a falta de sinalização. Dirigir por lá sem um mapa é bem complicado. Nós ganhamos um na recepção do hotel que nos salvou. Até o Google Maps traz indicações desatualizadas.

 

6.   Como comentei, Rodrigo teve catapora. No segundo dia de viagem apareceram as pintinhas na pele. Ele foi vacinado quando pequeno, o que significa que deveria apresentar uma versão mais branda da doença. Não sei se o que ele teve foi brando, porque foram muitas as pintinhas espalhadas pelo corpo. Mas ele não teve febre. Só notamos mesmo a perda de apetite. No mais, pedimos uma banheira de bebês no hotel, fizemos banhos diários de permanganato de potássio, caprichamos no protetor solar e no mantra “não coce!” e tocamos em frente. Sei que sol não é recomendável nesses casos, mas achamos que algumas possíveis marquinhas de catapora no corpo seriam preferíveis a férias no Nordeste trancado no quarto. E pela carinha dele nas fotos, continuo achando que tomamos a melhor decisão.

 

 Nosso roteiro foi o seguinte: passamos o primeiro dia na piscina do hotel, até porque estava meio nublado (o que deve acontecer de vez em nunca em Aracaju, pois nos demais dias estava um sol de rachar). À noite fomos visitar o Oceanário, que é mantido pelo Projeto Tamar e fica pertinho do hotel em que estávamos. É pequeno, mas bem estruturado. As crianças adoraram ver os tanques das lagostas e dos tubarões e as moréias de um dos aquários.

No segundo dia fomos para a praia do Refúgio, no litoral sul. Escolhemos a barraca Parati, seguindo as dicas do Ric e foi ótimo. A praia estava cheia, mas não lotada, e deu para curtirmos bastante. Não é uma praia paradisíaca, mas com águas limpinhas e ondas na medida, está longe de ser uma praia feia.

No dia seguinte, fomos passar o dia no Starfish de Santa Luzia. O resort tem um esquema de day use que inclui refeições, bebidas e petiscos (eles trabalham no esquema all inclusive, o que vale também para os hóspedes que estão fazendo o day use). Foi ótimo. Pudemos curtir a piscina do hotel e a Praia dos Coqueiros, onde ele fica localizado, é bem bonita.

Na terça fomos até a Praia do Saco, bem ao sul de Sergipe. É uma praia de águas verdes e calmas muito bonita. À tarde pegamos uma lancha e fomos para Mangue Seco. As crianças enlouqueceram com o passeio de buggy pelas dunas. Acharam o máximo descer uma duna alta num buggy, como se fosse uma montanha-russa. Adoraram a paisagem das montanhas de areia. O passeio terminou com um final de tarde na praia de mangue seco, linda, deserta e com ondas na medida para serem puladas e furadas pelas crianças. Elas gostaram tanto do passeio, que tivemos de repeti-lo no sábado. Se não fosse a balsa mais do que demorada que é preciso pegar para atravessar de Mosqueiro rumo à praia do Saco, seria perfeito. Mas estão construindo uma ponte sobre o rio Vaza-Barris. Vai ficar mais fácil de ir para esses lados.

Na quarta fomos visitar o cânion de Xingó. Foi o único passeio que compramos numa agência, porque ficamos com medo de nos perdermos para chegar e de encarar muitas horas no carro com as crianças brigando pela posse do banco de trás (era um tal de “de quem é a vez de deitar” difícil de administrar). O cânion é bonito, com águas verdíssimas, mas confesso que não gostei muito do passeio e não recomendo esse bate e volta, sobretudo com crianças à tiracolo. Pegamos uma escuna com mais 200 pessoas, um tipo de lotação que realmente não me atrai. É gente demais falando no barco, nadando no rio e disputando a comida do restaurante. E três horas para ir e três para voltar foi um custo alto demais para ver um cânion que, apesar de lindo, não foi feito pela natureza. Só existe por conta do represamento das águas do São Francisco para a construção da Chesf. Só não achei pior porque demos sorte e as crianças se comportaram muitíssimo bem no ônibus. Foram e voltaram dormindo praticamente o trajeto todo.

No dia 31, fomos passar o dia no Boa Luz, hotel fazenda que fica a uns 15 km de Aracaju. As crianças se esbaldaram no escorregador do parque aquático e curtiram o passeio de trem que visita o zoológico do hotel, que inclui zebras, hipopótamos, chimpanzés, lhamas e búfalos.

No dia 01, como tínhamos ido dormir tarde por conta da festa de Reveillon, resolvemos curtir a manhã na piscina do hotel. À tarde fomos à praia de Pirambu conhecer o Projeto Tamar. Chegamos lá às 16:40hs, vinte minutos antes do fechamento do lugar. O que foi ótimo. Porque todo dia às 17hs os biólogos fazem a soltura das tartaruguinhas no mar. Eu, Luísa e Rodrigo ganhamos uma tartaruguinha nas mãos e a soltamos no mar. Foi uma ótima maneira de começar o ano.

Finalmente, no nosso último dia por lá fomos visitar São Cristóvão pela manhã. A cidade era a antiga capital do Estado e é a quarta cidade mais antiga do Brasil. Está lutando para que seu centro histórico seja considerado um Patrimônio da Humanidade. É interessante, mas está longe de ter a beleza de cidades como Olinda ou Parati. E visitar igrejas e museus é sempre um passeio um pouco entediante para as crianças. Não fosse o morcego que vimos no museu histórico, e que encantou o Rodrigo, teria sido difícil mantê-lo alegre por lá. Luísa já gosta mais desse tipo de passeio e se divertiu um pouco mais. À tarde repetimos o passeio para Mangue Seco.



Escrito por Denise às 20h14
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JUMENTO DE TRÓIA

Vou fazer um parênteses hoje. Faz um tempão que eu estou devendo uma propaganda aos meus amigos de trabalho e economistas, que resolveram montar um blog para mostrar que a teoria econômica pode ser utilizada para debater assuntos como o sistema de pontos corridos do campeonato brasileiro ou os malefícios que a carteirinha de estudante trazem para os consumidores de entretenimento como um todo.

O texto é divertido, está em português e não em economês, e aborda temas que têm tudo para gerar polêmicas em mesas de boteco.

A propósito, os artigos sobre a carteirinha de estudante estão sensacionais. A figura do sujeito com camisa com iniciais no nome e abotoadura de ametista sacando sua carteirinha de estudante do seu MBA em finanças está hilária.

Então lá vai o link para quem se interessar:

Jumento de tróia



Escrito por Denise às 16h51
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PRÊMIO

“Com o prêmio dardos se reconhece os valores que cada blogueiro mostra cada dia em seu empenho por transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc..., que em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras."

O "Prêmio Dardos" tem certas regras:

1. Aceitar exibir a distinta imagem.
2. Linkar o blog do qual recebeu o prêmio.

3. Escolher quinze (15) blogs para entregar o "Prêmio Dardos".

 

Queria agradecer à Carol  pela indicação desse espaço ao "Prêmio Dardos".  E seguindo quase todas as regras descritas acima, vou indicar seis outros blogs que gosto de ler e enquadram-se na descrição acima, porque os demais a própria Carol já indicou.

Bocozices e Joanices

Cria Minha

Príncipes

Cousas e Causos

Crônicas do Iglu

Mudando Sempre



Escrito por Denise às 15h21
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FÉRIAS EM SÃO PAULO

A escola das crianças não fecha nem em julho, nem em dezembro e nem em janeiro. As aulas e a parte pedagógica ficam suspensas e eles fazem uma intensa programação de recreação para os alunos nesse período, que inclui dia do pijama, aula de culinária, saídas para o cinema, brincadeiras de esconde-esconde e pega-pega por toda a escola, entre outras atividades.

Entre os pequenos a presença é maciça. Praticamente toda a turminha do Rodrigo continua freqüentando a escola nesse período. Já entre os maiores, há um número bem menor de crianças que freqüenta a escola durante esse período. Ficam na casa dos avós, em acampamentos ou até mesmo sozinhos em casa. Reclamam e pedem mais intensamente uns dias longe da escola, um período de descanso mesmo, ainda que eu ache as atividades de recreação que eles têm muito mais interessantes do que ficar em casa vendo TV, por exemplo.

Em função disso, neste ano eu resolvi tirar uma semana e meia de férias para ficar com a Luísa agora em julho. O resto do seu tempo de férias escolares será dividido entre a escola, a casa dos avós e a casa dos tios. Rodrigo continuará indo normalmente para a escola.

Nossa idéia é fazermos uma viagem por São Paulo. Seremos turistas em nossa própria cidade. Uma oportunidade de eu mostrar alguns lugares da cidade que gosto para minha filha e de conhecer outros tantos lugares que eu, apesar de ter nascido aqui, não conheço ainda. A idéia também é permitir que ela se misture à metrópole. Veja como são seus habitantes, como funciona seu transporte coletivo, as diferenças existentes entre o lugar que moramos e outros lugares da cidade, e as múltiplas opções culturais que a nossa cidade oferece para seus habitantes, pois é esse traço da cidade que me faz continuar enfrentando todos os seus problemas mais conhecidos (trânsito intenso, poluição, violência), e ainda assim permanecer morando nela.

Para montar o roteiro dessa nossa viagem, contei com a ajuda da excelente publicação "Dez roteiros a pé com crianças pela história de São Paulo", investiguei os interesses dela (ela tem muita vontade de passear pela Liberdade, por exemplo) e procurei mesclar dias de atividade mais intensa com dias em que os programas durassem meio período. Não sei ainda como uma criança de 7 anos encara uma viagem desse tipo, se fica cansada rápido, se fica desinteressada bem antes do que eu imaginava, etc. Portanto, é possível que o roteiro inicialmente traçado seja alterado. Mas, a princípio, nossa viagem será assim:

Primeiro dia: Passaremos o dia no Parque do Ibirapuera. Aproveitaremos um dos roteiros descritos no livro e faremos uma caça às estátuas do parque. Visitaremos o pavilhão japonês, que eu ainda não conheço. Almoçaremos no restaurante do MAM (Museu de Arte Moderna). À tarde visitaremos o Planetário ou a exposição Star Wars que está em cartaz na Oca.

Segundo dia: iremos de metrô até a Liberdade e passearemos por lá pela manhã. Depois, almoçaremos na Avenida Paulista e aproveitaremos para passear por lá durante a tarde. Talvez visitemos o Masp e a enorme Livraria Cultura instalada no Conjunto Nacional. Se houver disposição, terminaremos o dia com um passeio pela rua Oscar Freire, centro chique de compras da cidade.

Terceiro dia: iremos assistir "A Bela Adormecida", ballet em cartaz no Teatro Municipal com a companinha russa St. Petersburg Ballet Theater.

Quarto dia: faremos um passeio no trem metropolitano que margeia o Rio Pinheiros. Como há pelo menos duas estações próximas a shoppings, terminaremos o passeio com uma sessão de cinema à tarde.

Quinto dia: faremos o roteiro sugerido pelo livro intitulado "Do bonde ao metrô: um passeio pela história dos transportes". Conheceremos a Estação da Luz, o Museu dos Transportes e o Memorial do Imigrante.

Sexto dia: comprei um tour guiado pelo centro histórico da cidade. O guia virá nos buscar em casa e, num passeio que dura cerca de 4 horas, conheceremos a Catedral da Sé, o Pátio do Colégio e outros pontos históricos da região. O passeio termina com uma visão da cidade do alto da torre do Banespa.

Sétimo dia: será um dia dedicado aos museus. Pela manhã iremos ao Museu da Língua Portuguesa; e à tarde iremos ao Museu do Ipiranga.

Oitavo dia: pode ser um dia livre para descanso ou para repetirmos algum passeio que tenhamos gostado muito. Mas pode ser também um dia dedicado a visitarmos o Sabina Escola Parque do Conhecimento, que fica em Santo André. Tudo dependerá da nossa disposição.

Nos próximos dias o blog será transformado em um diário de viagem, relatando se a experiência de viajar com uma criança pequena numa cidade tão grande será ou não bem-sucedida e se os lugares estão bem preparados para recebê-la.



Escrito por Denise às 09h32
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FERIADO ANIMAL

Neste feriado prolongado não fomos viajar e conseguimos fugir razoavelmente bem da sina dos paulistanos de se enfiarem nos shopping centers quando não têm nada melhor para fazer.

Fizemos três programas bacanas, todos eles ligados ao mundo animal. Luísa que já sabe ler adorou poder conhecer um pouco mais da história dos bichos nos cartazes explicativos. Ficou empolgadíssima. Rodrigo, por sua vez, encantou-se com a própria visão dos animais. Ele que desde muito pequeno sempre gostou de bichos, que são inclusive o tema de grande parte de seus brinquedos, divertiu-se muito também.

Na quinta-feira aproveitamos o dia chuvoso para levá-los ao Acqua Mundo, um aquário enorme que fica na Praia da Enseada no Guarujá. Ainda que possa parecer um contra-senso ir à praia num dia chuvoso, o tempo é bastante indicado para o programa. Uma vez vencida a preguiça de encarar a estrada, chega-se a um aquário coberto com uma grande variedade de peixes, crocodilos, pingüins, tubarões, arraias, focas e tartarugas. O salão principal com um tanque gigante cheio de tubarões e arraias é de encher os olhos. As crianças adoraram e Luísa já nos pediu para repetir a dose no próximo feriado.

Na sexta-feira infelizmente tivemos outro dia chuvoso e eu e o marido tivemos de trabalhar em casa. O passeio no shopping com direito a comprarmos os nossos respectivos presentes para o Dia das Mães foi inevitável. Ainda assim, conseguimos deixá-los por uma hora no salão de recreação do Morumbi Shopping, onde eles se esbaldaram com o mundaréu de brinquedos enquanto nós jantávamos.

Aproveitamos o sábado ensolarado para levá-los ao Zôo Safari. É um mini-zôo com zebra, leão, tigre, camelo, bisão (ou bizarro segundo a Luísa)hipopótamo e vários bichos que ficam soltos, como emas, veados e macacos, que podem ser alimentados pelos visitantes. O percurso pode ser percorrido no seu próprio carro ou em vans com um guia motorista. Preferimos a segunda opção, que parece mesmo ser a mais bacana. O motorista sabe estacionar a van nos lugares estratégicos onde os bichos vêm se alimentar. Demos comida para a ema e para os "bambis" como bem classificou o Rodrigo. Foi bem divertido.

Para completar o circuito mundo animal, hoje fomos ao Instituto Butantan. Eu freqüento o lugar desde a época da faculdade, quando entrava por lá pela USP e ia visitar o serpentário nas vezes em que resolvia matar aulas no curso de economia. Acho o lugar uma delícia. Arborizado, com muito espaço para as crianças correrem ou andarem de bicicleta e muito silencioso, já que é bem menos procurado do que deveria. Além dos serpentários, há três museus: histórico, o dos animais e o biológico. As crianças adoraram ver os muito tipos de cobras, aranhas e escorpiões de perto, e de quebra aproveitaram o dia ensolarado para curtirem o enorme espaço verde do local.

Foram dias muito divertidos em que conseguimos descansar e nos divertir perto da natureza, mesmo não saindo da cidade grande.



Escrito por Denise às 18h22
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ESMERALDA DO ATLÂNTICO

 É difícil falar de Fernando de Noronha sem cair em lugares comuns e frases já ditas inúmeras vezes. Por conta disso, para melhor descrever a ilha, prefiro ficar com a frase atribuída a Américo Vespúcio, que descobriu aquela ilha deserta em l0 de agosto de 1503, "O paraíso é aqui".

 

Fernando de Noronha é um passeio para poucos. Não só porque há um rígido controle do número de visitantes na ilha, mas também porque é um destino muito caro. Passagem, hotel, passeios, transporte, aluguel do equipamento de mergulho, comida e taxa de preservação ambiental têm preços altos por lá. Mas cada centavo gasto vale muito a pena. Para quem como eu gosta de praias desertas, selvagens e pouco exploradas, é sem dúvida nenhuma um dos melhores destinos do Brasil. A cor da água, verde esmeralda, eu nunca tinha visto igual.

 

Na qualidade de “pais saudosos dos filhos que viajavam com a escola”, reparamos em cada criança que passeava pela ilha. E foram poucas as que vimos. Definitivamente não é o passeio mais adequado para se fazer com crianças pequenas. É possível levá-las, mas com elas perdem-se as chances de conhecer o que Noronha tem de mais bonito: praias selvagens sem nenhuma estrutura e a rica fauna marinha, só observável através do mergulho. Se não for possível deixá-las com ninguém, o melhor é esperar que cresçam para fazer esse passeio. Acredito que com uns 9 ou 10 anos elas estarão mais aptas para usar a máscara para o mergulho livre, para as caminhadas e para as praias sem infra-estrutura (leia-se bar, chuveirada de água doce e guarda-sol).

 

Ficamos hospedados na pousada Solar de Loronha. É do grupo das mais luxuosas da ilha. Bangalôs com cama king size, TV a cabo, internet wi-fi, um chuveiro para lá de gostoso e o que mais curtimos: café da manhã servido no quarto diariamente. A piscina refrescante e deliciosa com vista para o morro do pico e o serviço para lá de atencioso completam os mimos. Precisar de todo esse luxo num destino em que se passa o dia todo passeando pelas praias, não precisa. Mas que é bom demais da conta, lá isso é. E para nós que estávamos no clima lua-de-mel sem filhos foi perfeito.

 

Visitamos a ilha toda nos cinco dias em que estivemos por lá. Acho que é um tempo ideal para combinar descanso e lazer. Dá para conhecer tudo e também ficar um pouquinho à toa de papo para o ar na piscina da pousada ou numa das lindas praias de águas transparentes.

 

Mergulhamos apenas com máscara e snorkel. Não tivemos coragem de fazer o mergulho com cilindro. Depois que virei mãe fiquei ainda mais covarde. Mas mesmo assim vi tartarugas marinhas, peixes de várias cores e tamanhos, arraias pequenas e grandes e lagostas. No passeio de barco que fizemos, vimos inúmeros golfinhos rotadores e no mirante dos golfinhos vimos também alguns tubarões. A água é tão límpida e cristalina, que não é preciso muitos adereços para observar a rica vida marinha. Lindo, emocionante de ver e uma atividade que enterra qualquer resquício de stress.

 

Acho sempre meio complicado dar dicas, dado que os gostos são muito individuais e o que eu achei interessante outro pode achar muito chato, mas lá vão algumas das minhas observações sobre a ilha: 

  • Há duas companhias aéreas que levam turistas para Noronha: a Tryp e a Varig. A Tryp tem um code share com a Tam. Basta se planejar com bastante antecedência, que é possível economizar nas passagens como nós fizemos. Daí sobra mais para uma hospedagem mais bacana, por exemplo. O aeroporto em Noronha é pequeno, apertado e sei lá porque não tem ar condicionado no saguão central. Por conta disso, não vale muito a pena chegar com muita antecedência para o check-in. Para o resgate das milhas, o mais fácil é ir pessoalmente a uma lojinha da Tam. 
  • Além da Solar do Loronha há outras pousadas bem bacanas: Maravilha, Zé Maria, Solar dos Ventos e Teju-Açu. Mas dá para economizar na hospedagem também escolhendo uma das inúmeras pousadas familiares. Assim, sobra mais para passeios e alimentação. E é possível jantar em várias dessas pousadas bacanas para conhecê-las. Nós fomos jantar no restaurante da Zé-Maria e da Maravilha e adoramos. Se for comprar apenas a parte terrestre, consulte algumas agências. No nosso caso, o pacote que compramos da Ambiental, que incluía traslados e um passeio de barco tinha diárias mais baratas que as que conseguimos ligando diretamente para a pousada.
  • Na mala além dos apetrechos tradicionais que costumamos levar quando vamos para a praia, é importante não esquecer da mochila, já que há trilhas para fazer, e de uma papete ou tênis, pois algumas caminhadas envolvem pedras e trilhas mais íngremes.
  • Vale a pena comprar o passeio chamado Ilhatur, que passa em várias praias ao longo do dia, com paradas para mergulho na praia do Sueste (onde vimos várias tartarugas marinhas), Sancho e Leão. O passeio de barco estava incluído em nosso pacote. Várias pessoas reclamam de enjôo, mas eu gostei muito. Vimos um montão de golfinhos no caminho e vários peixinhos na parada para mergulho na praia do Sancho. Para os demais passeios, vale a pena pesquisar um pouco. Pagamos menos para o passeio da trilha do Atalaia, por exemplo, e ainda tivemos um guia exclusivo para nós. E para ter maior liberdade para circular por toda a ilha, o ideal é mesmo alugar um buggy, coisa que fizemos em dois dos nossos cinco dias na ilha.
  • Para quem gosta de praias desertas e pouco exploradas, Sancho, Baía dos Porcos, Leão e Cacimba do Padre são imbatíveis. Mas caso o objetivo seja ficar de papo para o ar, Boldró tem um bar com uma comida maravilhosa, uns sofazões para dar uma cochilada e espreguiçadeiras com guarda-sol; Sueste tem um serviço de aluguel de guarda-sóis; e a Praia da Conceição tem um ótimo bar com cadeiras localizadas estrategicamente à sombra de coqueiros. Para quem não consegue agüentar muito tempo o sol da região, são ótimas pedidas.
  • Vale a pena ir assistir o pôr-do-sol no Forte do Boldró. Todos os turistas da ilha estarão lá. E é lindo mesmo de ver. Se não quiser consumir no barzinho que abre e fecha para a ocasião, peça um picolé como nós fizemos e garanta o direito de esperar sentado nas mesinhas que eles colocam por lá. É bem mais confortável do que esperar sentado nas pedras do mirante.
  • O museu dos Tubarões vale a visita. Tem um gramado lindo com esculturas de tubarões, o mirante do Buraco da Raquel e um barzinho ótimo para se provar os bolinhos de Tubalhau (carne de tubarão que como o próprio nome diz têm gosto de bacalhau). A lojinha também tem umas camisetas lindas para os pequenos (só comprei coisas para eles, minhas dicas de compra restringem-se aos artigos infantis).
  • As palestras gratuitas promovidas pelo Ibama no Centro de Visitantes do Projeto Tamar diariamente das 21 às 22hs são um programa bem bacana. Nós assistimos uma palestra de um biólogo do Projeto Tamar sobre as tartarugas marinhas e de um geógrafo sobre os aspectos da vegetação e fauna da ilha. Ambas muito divertidas, didáticas e instrutivas. A lojinha do Projeto Tamar também tem umas coisas lindas para as crianças.
  • A trilha do Atalaia vale a pena apesar das três horas debaixo de um sol escaldante e da difícil caminhada de 600m por cima de pedras vulcânicas soltas na praia de Caieiras. A piscina natural da Pontinha, só acessível através dessa trilha, foi onde encontrei a maior variedade de vida marinha. Peixes coloridos, arraias e corais inigualáveis.

Hoje no final da tarde chegam as crianças de sua viagem com a escola. Pelas fotos que eles disponibilizaram no site da escola, foi uma farra e tanto. Paz e silêncio deixarão de reinar por aqui novamente.

Alê em frente ao Morro dos Dois Irmãos, na Praia da Baía dos Porcos.

 

Nós dois na trilha do Atalaia.

 

Sombra, água fresca e um peixe puxado na manteiga com castanha-de-caju deliciosos no bar Meu Paraíso na Praia do Boldró.

 

Pôr-do-sol no Forte do Boldró.

 

No mirante dos Golfinhos, onde vimos mesmo foram tubarões (os golfinhos vêm cedinho nadando até lá e já tinham ido embora quando chegamos)

 

Eu, posando de sereia (ou será baleia?) numa das esculturas do gramado do Museu dos Tubarões.



Escrito por Denise às 12h19
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RELAÇÃO BISSEXTA

Relacionamentos amorosos costumam ter histórias sui generis que tornam de alguma forma especial o encontro daquelas duas pessoas, e que fazem os seres humanos questionarem a existência do destino.

O meu não foge à regra. Começamos a namorar num dia bastante incomum, 29 de fevereiro. Um dia que só existe a cada quatro anos.

Na semana passada comemoramos pela quarta vez a data que deu origem a esta família. Há dezesseis anos começava a nossa caminhada juntos, caminhada esta que deu origem a esta macacadinha tão especial.

Uma data destas é digna de registro, ainda que com algum atraso.



Escrito por Denise às 16h38
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DIAS FELIZES

Adoro fazer festa no meu aniversário, mas infelizmente neste ano por conta dos gastos extras com viagens, não consegui organizar nada. Mesmo assim, não me faltaram carinho, atenção e comemorações. Obrigada a todos por terem feito estes meus dias tão felizes.

Obrigada a minha família. Papai, mamãe e meu irmão querido que me telefonaram logo cedo e me presentearam com uma das minhas maiores paixões, um livro. Minhas primas queridas que me ligaram lá do outro lado do oceano, e minha tia Pilar que enviou uma orquídea maravilhosa para minha casa. Aos familiares do marido que também telefonaram.

Obrigada aos meus amigos queridos do trabalho, que me deram presentes e um almoço comemorativo com direito a bolo e velinha.

Obrigada aos amigos que ligaram e enviaram mensagens no meu celular. E aos que não conseguiram falar comigo no dia 21 e foram insistentes, telefonando-me no dia seguinte.

Obrigada a todas as meninas do LV, que me escreveram mensagens tão bonitas, tecendo elogios que eu sinceramente nem sei se mereço. Obrigada particularmente a Greice, que utilizou o seu precioso tempo e cedeu um espaço do seu blog para me parabenizar; a Bianca, que me telefonou; a Isabella e e a Claudinha que me mandaram mensagens no celular; a Marcinha que me enviou mensagens e comemorou comigo num almoço no dia seguinte; a Chris que me enviou um cartão maravilhoso; a Ana e a Babi que, além de estarem no almoço junto com a Marcinha e a Greice, me deram presentes; e a Dinha, que dividiu um pouquinho da sua intimidade comigo e enviou-me uma carta linda escrita de próprio punho.

Obrigada ao meu marido e aos meus filhos que iluminaram meu final de dia. Cheguei em casa tarde, depois de ficar presa no trânsito um tempão por causa de uma tempestade, e encontrei na soleira da porta de casa dois vasos de violetas. Quando abri a porta, o Rodrigo e a Luísa se colocaram diante dela e gritaram: Surpresa! Supêsa! Depois de muitos abraços e beijinhos e, diante da falta de um bolo propriamente dito, cantamos parabéns com um desses bolinhos pequenos que eles costumam levar para a escola de lanche. Com direito a velinha e tudo. Simples e emocionante.

 

 



Escrito por Denise às 08h34
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DESEJOS PARA O ANO NOVO

Um pouquinho antes do final do ano passado, eu li uma matéria do jornalista especializado em turismo Ricardo Freire que falava sobre as razões de os preços para os pacotes de reveillon serem tão altos no Brasil. Segundo o jornalista, o principal motivo é que o brasileiro dá uma importância grande para a data e seus respectivos rituais à beria-mar, fazendo com que a demanda por hotéis de praia nessa época seja extremamente alta. A virada do ano tem para nós um significado especial, achamos esse feriado mais importante que os outros e queremos todos estarmos comemorando a data, numa festa legal, de preferência na praia, onde poderemos fazer os nossos sete desejos ao pularmos as sete ondas.

Confesso que me encaixo nesse perfil. Adoro passar a Festa de Ano-Novo na praia e provavelmente já faço isso há uns dez anos pelo menos. Mas não costumo seguir a tradição dos desejos e pedidos de Ano-Novo. Uso o momento dos pulos no mar normalmente para agradecer todas as coisas boas que aconteceram na minha vida no ano que passou. E também não costumo fazer listas de resoluções de Ano-Novo.

Mas, fugindo às minhas próprias tradições, nesse ano resolvi pensar um pouco no assunto. Meu grande desejo é obter uma combinação ótima entre o tempo dedicado e o modo como dedicarei esse tempo para cada uma das coisas que me trazem prazer e felicidade. Acho que não é um desejo só para 2008, mas um objetivo a ser alcançado sempre.

Assim, espero que o tempo dedicado aos meus parentes e amigos seja repleto de carinho e generosidade, sem esperar receber nada em troca, mas adorando sim quando houver reciprocidade nessa relação. Aos meus filhos, que o tempo dedicado seja repleto de afeto e paciência na difícil tarefa de educar. Ao marido, que tenha muito amor, cumplicidade, respeito e tolerância com nossas diferenças. No trabalho, que o tempo dedicado tenha como contrapartida uma produtividade elevada e muita sabedoria para encarar o desafio de assumir tarefas até então desempenhadas com maestria por uma pessoa a quem tanto admiro. Nos estudos, que o tempo dedicado se reverta em aquisição de conhecimentos úteis e em boas notas. E, finalmente, que o tempo que eu dedico a mim mesma seja prazeiroso. Bons livros, meditação, exercícios físicos e quem sabe uns quilinhos a menos me fariam muito bem.



Escrito por Denise às 10h08
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FRASE DO DIA

Há umas duas semanas presenciei uma cerimônia de casamento budista. Achei bonita, interessate e informal. Tão informal que o celebrante escolhido pelo noivo disse a seguinte e impagável frase em meio ao seu sermão:

"O casamento vai para o brejo quando a gente engole tanto, mas tanto sapo, que acaba até se esquecendo da perereca"

Uma pérola que eu dedico a minha querida amiga Angélica.



Escrito por Denise às 21h36
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