Blog da Macacada

Coisas de Gogô


 
 

ASSIM FICA DIFÍCIL

Rodrigo perdeu um dente de baixo. Perdeu não, eu dei um puxão, não saiu da hora, mas amoleceu o suficiente para cair na escola no dia seguinte. Eu sou a "tiradentes" oficial lá de casa. Adoro arrancar um dente mole. Tenho toda uma técnica desenvolvida na família e aplicada em mim quando criança. Um cotonete embebido em uísque faz às vezes de anestesia local (dizem inclusive que eles gostam que eu arranque só por conta do uísque. Eu adorava aquela sensação de dormência quando era pequena), um lencinho de papel ajuda a mão a não escorregar, um puxãozinho e pronto.

Dente caído na mão, é hora de chamar a fada do dente. Mas como fazer quando a criança esquece de avisar os pais que deixou o dente pra fada embaixo do travesseiro?

Pois é, Rodrigo deixou o dente no domingo para a fada do dente e esqueceu de avisar os adultos da casa.

Conclusão: menino chateado logo na segunda de manhã, porque a fada não quis saber do dente dele.

Resposta pronta do pai criativo: - Então filho, é que a fada do dente folga aos domingos. Deve ter sido isso. Deixe o dente hoje novamente, que você vai ver que ela aparecerá.

Assim que entrou no carro, quando fui buscá-lo na escola, ele me contou que a fada não tinha pego o dente dele porque era domingo e era o dia de folga dela. Que ele ia deixar o dente hoje de novo para a fada, que ele achava que na segunda ela trabalhava.

Dito e feito. A fada foi trabalhar na segunda-feira e deixou o dinheirinho direitinho embaixo do travesseiro. 



Escrito por Denise às 12h40
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A FESTA SURPRESA

Minha mãe levou o Rô e a Lu para a casa dela no sábado à tarde. A desculpa era a de que nós iríamos sair à noite. Como isso já aconteceu inúmeras outras vezes, não tivemos grandes problemas com a desculpa. Luísa também sabia da farsa e nos ajudou a fazer a surpresa.

Aproveitei a tarde para separar e arrumar as coisinhas lindas que a Angélica fez. Encher as latinhas com mini M&Ms, separar as outras coisas e já ir pensando em como eu iria arrumar a mesa. O tema da festa, Indiana Jones, não era muito fácil, mas as coisinhas ficaram lindas!

Domingo eu acordei parecendo criança, numa ansiedade só. Com medo do buffet furar, dos amigos não comparecerem, de não conseguir arrumar a mesa direito.

Mas nada disso aconteceu. A mesa ficou linda, o buffet chegou antes, com tempo suficiente para arrumar o salão de festas do prédio, e os amigos queridos chegaram todos na hora.

Eu estava doida pro Rô chegar logo. Ligo na minha mãe e ninguém atende. Celulares na caixa postal. Onde eles se enfiaram com o aniversariante? Ligo novamente e descubro que estavam no carro, a caminho de casa. Depois de uns 20 minutos chegaram.

Todo mundo preparado esperando.

Ele entra na recepção do prédio e a Luísa fala: -Olha, acho que está tendo festa no salão de festas! E traz ele para a porta. Todo mundo grita: -Surpreeeeeesa! – e engata um “Parabéns a você”.

A carinha dele foi algo. Ficou visivelmente surpreso e emocionado. Deu para perceber que estava com vontade de chorar (eu também estava). Mas se segurou, fingiu uma coceirinha no olho e pronto. Adorou a decoração, adorou encontrar os amigos; e brincou e se divertiu como todo aniversariante de 7 anos.

Foi uma festa simples, com familiares e amigos mais chegados. Mas foi uma festa inesquecível para mim, Rô, Lu e Alê. Queria agradecer imensamente aos amigos que vieram e nos ajudaram na surpresa. Muito obrigada pelo carinho!

E para quem estiver pensando em fazer uma festa em casa, recomendo a Turma do Pererê. Contratei barraquinhas (de bebidas, de pão de queijo e pizza, de cachorro quente e de mini hambúrguer), balões, bolo, docinhos e recreação. A comida estava ótima e a recreação funcionou super bem.



Escrito por Denise às 12h16
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CONTAGEM REGRESSIVA

Rodrigo está eufórico esperando o aniversário de 7 anos. Colocamos os dias que faltavam na lousa para ele ir apagando.

Isso porque ele nem imagina (assim acho eu) que ele vai comemorar com uma festa.

No Carnaval desse ano, estávamos na casa de praia de uma amiga querida e ela organizou com as crianças uma festinha de aniversário surpresa para mim. O menino gostou tanto que disse: -Mãe, nesse ano não, porque senão eu vou saber, mas no ano que vem você faz uma festa surpresa para mim?

E como o intuito da festa surpresa é surpreender o aniversariante, resolvi fazer esse ano. Não vai ser nada grandioso. É uma festinha, no salão de festas do meu prédio, apenas para os amigos mais chegados e três amiguinhos da escola que ele sempre aponta na lista dos "melhores amigos". Mas acho que ele vai adorar.

Eu estou adorando organizar, apesar de já ter dado alguns foras e de não ser nada fácil de manter a surpresa.

Depois conto como foi.

Uma vantagem eu já descobri. Eu tenho sempre medo das minhas festas serem um fracasso e ninguém aparecer. Nesse caso, mesmo se apenas os avós e tios estiverem presentes, só pela surpresa, será sucesso garantido.

 



Escrito por Denise às 18h21
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SUSTO NO PARQUINHO

Há três semanas resolvemos conhecer a praça que foi construída onde caiu o avião da Tam, em frente ao aeroporto de Congonhas. Fomos a pé, apesar da caminhada longa, para aproveitar a manhã de domingo ensolarado.

A praça, ou memorial como acho que é até mais adequado chamar, tem um espaço grande de concreto e alguns brinquedos. Dois tipos de brinquedo na verdade. Um trepa trepa e um gira gira. Mas não são brinquedos comuns. Foram projetados por arquitetos e executados por engenheiros metidos a moderninhos.

O gira gira fica no nível do solo. Alguém de fora gira e ajuda a criança, que fica em pé, segurando-se num corrimão.

Rodrigo estava lá girando até que resolveu "brecar" e sair do brinquedo. Que mal projetado, tem um espaço entre o círculo que gira e o concreto super estreito. Desfecho: o pé do Rodrigo ficou preso entre a roda e o concreto te tal forma que foram preciso três pessoas para conseguir soltá-lo. Da metade do pé até os dedos formaram-se vários hematomas, um inchaço enorme e uma fratura no osso que liga um dos dedos ao peito do pé.

Detalhe sórdido: depois que o Rodrigo se machucou, o guarda que tomava conta do local veio me falar que ele era a oitava criança a se machucar ali. O lugar foi inaugurado cinco dias antes, e nesse curto período 8 crianças se machucaram no brinquedo! E além do brinquedo não ter sido interditado, o guarda, negligente ou incompetente, não resolveu utilizar o seu precioso tempo para avisar os pais que chegavam do risco que as crianças que utilizavam o brinquedo corriam. O meu filho não estava usando o brinquedo de forma inadequada ou perigosa. Fez o que qualquer outra criança faria. E em nenhum momento fomos avisados que outros já tinham se machucado ali antes.

Nem preciso dizer que ele chorou muito e que passou muita dor. Levamos correndo para o hospital. Ficou a primeira semana em casa, imóvel sem conseguir colocar o pé no chão. Foi dar seus primeiros passinhos apenas na metade da semana seguinte. Agora está com uma bota imobilizadora já de volta à escola. Mas provavelmente só volta à vida "quase normal", como ele mesmo diz, um mês depois do acidente.

Eu senti o que toda mãe sente nessas horas. A sensação de que os segundos parecem intermináveis enquanto consolava o menino e tentava esconder a minha cara de pavor (por sorte eu sou bem tranquila e tenho muito senso prático nesses momentos). Um fundinho de culpa, por ter sido a idealizadora do passeio (mesmo sabendo que acidentes acontecem em todo lugar, e que não foi culpa nossa e nem dele, é inevitável pensar que poderíamos ter ficado em casa e evitado o acidente). E alívio quando constatei que tinha sido grave, mas que ele não teria maiores sequelas.

Ciente de que o que aconteceu não foi uma fatalidade, mas negligência do setor público (que não fiscalizou e não interditou o brinquedo), escrevi para os jornais, avisei os amigos nas redes sociais e dei entrevista para o rádio (e deixo aqui o agradecimento à amiga que me ajudou a divulgar para a rádio o que tinha acontecido). Segundo notícia publicada no jornal Metro, o brinquedo foi consertado. Não pretendo voltar tão cedo ao local para conferir, mas realmente espero que nenhuma criança se machuque naquele lugar. Acho que ele já tem tragédias suficientes em sua história.



Escrito por Denise às 14h45
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QUEM TEM FAMA...

 

Eu faço mais o tipo mãe brava, até por conta do meu jeito mesmo. Levo as coisas mais a sério, sou menos condescendente. Não bato. Nunca bati. Mas dou bronca, coloco de castigo, não deixo de fazer eles pegarem a roupa que ficou jogada no chão nem um único dia sequer, vigio o tom de voz deles no restaurante, e por aí vai.

Entre mim e o pai, ainda que nós dois sejamos engraçados, carinhosos e legais, eu faço o papel do policial durão e meu marido o do policial bonzinho. Não acho que ele seja um pai leniente. Muito pelo contrário. Ele também dá bronca, vigia, faz eles serem responsáveis e ordeiros. Mas tem um jeito mais leve. Tem uma maior capacidade de deixar para lá, não aplicar um castigo prometido, deixar passar algumas coisas. Eu levo as coisas mais à ferro e fogo.

Na semana retrasada, Luísa estava viajando com a escola e, por uma série de imprevistos, eu fiquei sozinha com o Rodrigo pela manhã e fui encarregada de levá-lo para a escola (normalmente eu saio antes deles acordarem e quem leva os dois para a aula é o pai).

Foi super gostoso. Rodrigo acordou de bom humor, se arrumou rápido, foi conversando comigo pelo caminho. Enfim, foi uma delícia.

No meio do dia, meu marido me ligou e eu comentei das conversas minhas e do Rodrigo pela manhã.

À noite, o pai pergunta para ele:

- A mamãe me contou que você acordou todo bem humorado, se arrumou rápido, foi todo sorridente. E por que com o papai você acorda rosnando, demora para se vestir, vai emburradinho para a escola hein?

- Porque a mamãe é brava. Não dá para fazer essas coisas com ela não!

Tem horas que ser a bruxa má é muito bom!

 



Escrito por Denise às 14h22
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6 ANOS DELICIOSOS JUNTOS

Rodrigo completa 6 aninhos hoje.

Pode parecer bobagem, mas em dia de aniversário de filho eu me sinto meio dona da festa também. Com uma sensação de que "fui eu quem fez". Que não é de todo falsa. Fui eu quem pariu, amamentou, levou ao médico, deu remédio, colo e carinho nos momentos de necessidade. Sou eu uma das únicas pessoas que enxerga as milhares de qualidades e que, vendo os defeitos, tenta canalizá-los para que não se tornem algo prejudicial à formação do seu caráter.

Mas a verdade é que o dia é dele. Ele é o responsável em absorver o que dizemos e ensinamos. E se ele é um menino doce, tranquilo, companheiro e tido pelos professores como um elemento agregador da turma, sempre muito envolvido com todos e com todas as atividades, assim o é por seus próprios méritos e por sua personalidade.

O que eu mais desejo no dia de hoje? Que ele continue assim. Que aprenda a ser forte, a correr atrás do seu destino e seja um menino menos manhoso, mas que não perca a ternura, o bom humor, o sorriso sempre estampado no rosto. Que não deixe de ser carinhoso e que continue me beijando em público em todos os demais anos da sua vida. Que faça boas escolhas na vida, que o deixem satisfeito. Que seja um bom cidadão e que possa dizer-se uma pessoa feliz na maior parte do tempo. Que tenha muita saúde.

Feliz aniversário, meu menino adorado!



Escrito por Denise às 23h05
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OLHA A JANELINHA AÍ GENTE!

Crianças ficam eufóricas. Mães ficam melancólicas.

Para eles é um sinal de que estão ficando grandes, que já não são mais bebês.

Para nós é sinal de que já cresceram isso tudo, e que não temos mais bebezinhos em casa.

Não é a primeira vez que passo por isso, mas provavelmente é a última.  Arranquei o primeiro dentinho do Rodrigo. Meu menino está banguelinha e já tem sua primeira janelinha.

Ele ficou feliz da vida. Exultante com a novidade.

É, a primeira infância está acabando mesmo...




Escrito por Denise às 10h41
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INTERPRETAÇÃO LITERAL

Crianças pequenas não entendem metáforas. Interpretam nossas frases de forma literal. E essa é uma das coisas mais divertidas na convivência diária com elas. Quando eu era adolescente, uma das seções da revista Mad que eu mais gostava era uma que trazia ilustrações de "expressões levadas ao pé da letra". Aquela seção era perfeita para mostrar como crianças pequenas raciocinam diante do sentido figurado.

Ontem cheguei em casa de carro com o Rodrigo e o portão automático do prédio estava enguiçado. Um vizinho que chegou junto comigo foi ajudar o porteiro a abri-lo manualmente. Quando entramos no elevador, o vizinho comentou:

- Normalmente esses portões tem uma chave para abrir manualmente, mas as duas que o porteiro me deu não tinham nada a ver com o portão. Ainda bem que ele usou a cabeça e foi girando a roldana.

Rodrigo curioso perguntou então: - Nossa! Como é que ele usou a cabeça para girar e consertar o negócio?

E ao entrar em casa: - Paaaaai, o porteiro consertou o portão usando a cabeça!



Escrito por Denise às 18h47
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VOLTANDO DE VIAGEM

Ontem fui buscar o Rodrigo, que estava fazendo aquela viagem que a escola promove anualmente, onde eles vão para uma fazendinha por uma semana. Eu e meu marido aproveitávamos para tirar férias a dois nesta semana, mas como agora Luluca não vai mais (a viagem é para crianças da educação infantil ao terceiro ano), neste ano ficamos em casa.

Confesso que ficar em casa uma semana enquanto o filho viaja torna as saudades bem maiores do que quando viajamos. Mas, por outro lado, minha casa estava numa calmaria muito boa. Primeiro porque a Luísa é maior e já faz tudo sozinha (toma banho, arruma sua própria mala, prepara seu lanche,etc). Segundo, porque existe uma dinâmica na relação entre irmãos que torna tudo mais tumultuado e barulhento. Eu já comentei aqui sobre o que eu costumo chamar de terceiro ser. Quando os dois se juntam, formam uma equação onde 1+1=3. Parece que aparece um outro ser, maior, mais forte, mais barulhento que a simples somatória dos dois. E a diferença entre esse terceiro ser e ter apenas um filho em casa é abissal.

Rodrigo voltou feliz da vida, cheio de histórias para contar. Fiquei com aquela impressão que uma semana de distância provoca, de que ele cresceu tanto nesse tempinho que ficou longe! Perguntei a ele se tinha sentido saudades de mim e ele, com a sinceridade infantil típica, disse: - Não!Nenhuma mamãe, nem na hora de dormir.

Melhor assim. Sinal que ele adorou o passeio e curtiu muito estar com os amigos. Já o terceiro ser devia estar com saudades, porque ontem mesmo já baixou em casa. E tudo voltou ao normal por aqui.



Escrito por Denise às 07h41
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BINGOLAU

- Mamãe, quando eu nasci eu tinha bingolau?

- Ahn...Depende, o que é bingolau?

- Aquele cordão que fica preso no bebê e na mamãe.

- Ah! Cordão umbilical! Tinha sim.



Escrito por Denise às 20h26
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TECLOLOGIA

Eles são pequenos. Mas nasceram na era dos meios eletrônicos. E sacam perguntas como essa:

- Mamãe, como você conseguia viver sem teclologia?

Luísa estava por perto. E um dos seus projetos de escola do ano passado foi sobre o tema. Respondeu logo: - Mas tecnologia sempre existiu. Qualquer forma de transformação da natureza feita pelo homem pode ser chamada de tecnologia.

Complementei falando do desenvolvimento da agricultura, dos instrumentos de caça e pesca feitos pelos povos primitivos. Dos jarros dos gregos, das cerâmicas antigas, do papiro egípcio. Dos barcos, da domesticação dos animais, da máquina a vapor, do avião. Pena que não tinha à mão a cena inicial do filme "2001 - uma odisseia no espaço", que é uma das melhores ilustrações para a palavra tecnologia que eu conheço.

Mas o menino continuou me olhando desconfiado. Aos olhos dele acho que serei sempre um "jeca tatu", já que na minha época não existia telefone celular, computador pessoal e DSi. Isso sim é teclologia de verdade!



Escrito por Denise às 20h19
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EXPRESSÕES PARA LEMBRAR

- Mamãe, você corta a etiqueta dessa blusa, porque ela me tucuta.

- Ah, deixa eu molhar o meu óculos (de natação). Ele está muito abafado.

Adoro essas trocas que eles fazem com as palavras. Luísa não faz mais, mas eu ainda tenho ótimas tiradas do Rodrigo para registrar. Agora em casa, cutucar virou tucutar e embaçado virou abafado de vez.

 



Escrito por Denise às 14h26
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DÚVIDAS FILOSÓFICAS DE UM MENINO DE 5 ANOS...

- Mamãe, a palavra sempre nunca acaba?

A resposta precisa da mãe foi: - Ahn, acho que sim.



Escrito por Denise às 19h47
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SENTIDO LITERAL

Comentávamos sobre um parque de diversões que visitamos no final de semana e sobre nossa possível ida à Disney no próximo ano:

- Ah, filho quero só ver seu papai na Disney...

- Por que mãe?

- Porque ele morre de medo de vários brinquedos.

- Jura? Então hoje eu vou assustar ele com meus dinossauros de brinquedo.



Escrito por Denise às 20h11
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UNIFORMES DO MAL

- Mãe, todas as pessoas são do bem, menos as que usam roupas com listras preta e branca. Ah, e algumas que usam macacão laranja.

- Ãhn? Ah, é! Verdade, as pessoas que estão presas e usam esse uniforme fizeram alguma coisas que não foi muito legal mesmo.

 

Seria bem mais simples se todas as pessoas que não fossem do bem estivessem uniformizadas.



Escrito por Denise às 20h27
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